Como fazer uma pausa no trabalho

Amanhã é greve geral. E eu aqui morrendo de tédio. Cheguei ao ponto da minha vida, que só estou tranquila quando estou enlouquecendo de trabalho. Sei que preciso pegar leve, relaxar. Mas trabalho por conta, mato um leão por dia. Não consigo me dar ao luxo de esperar um dia passar para pensar em uma nova possibilidade, em uma nova negociação, em uma outra forma. Estou em Constante planejamento. 

Uma pausa para o café, é motivo para vislumbrar uma nova ideia, uma nova conexão para uma transação, um novo negócio. Enfim. Uma hiperatividade tão gigante, que num fim de dia de chuva, onde não há muito o que fazer, eu fico assim. Carente de trabalho. 

Não que eu não tenha o que fazer, mas é que sentar e assistir uma tv, me parece tão relaxante que não me atende. Quero estar em movimento, buscando, criando coisas. Sinto como se estivesse levemente procrastinando. Mesmo sendo​ minha própria chefe. Não me permito relaxar, tenho medo de amolecer. É preciso produzir, fazer, vender.

Mas o que se há de fazer. Vou aproveitar esse tempo para o ócio criativo. E traçar novas metas, novos planos B. Porque a gente pode não ter grana, mas conhecimento, vai se buscando.

Ah, essa minha vida empreendedora maravilhosa. #vida #trabalho.

Matem o Gerundismo!

GerundismoUm dos vícios de linguagem que mais me incomodam no ambiente de trabalho é o Gerundismo. Primeiro porque sempre dá a impressão de deboche e segundo porque é simplesmente detestável. Mas, falando-se de ambiente de trabalho, é sempre uma saia-justa corrigir o próximo, pois mesmo que a gente fique cheio de gentilezas para dizer que nao se usa esse tipo de linguagem, isso sempre nos dá uma arrogância no olhar de quem está sendo corrigido.

Me basta então fazer essa campanha para que o gerundismo morra.

Abaixo o texto mais legal que já encontrei sobre o tema, escrito por Ricardo Freire, publicitário e escritor:

 

 

Para você estar passando adiante
Por Ricardo Freire

Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o gerundismo. Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando. Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral. Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo. Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim!, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito. Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho.

Sinceramente: nossa paciência está estando a ponto de estar estourando. O próximo “Eu vou estar transferindo a sua ligação” que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos. As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia. Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We’ll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo. Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações. A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo. A primeira pessoa que inventou de estar falando “Eu vou tá pensando no seu caso” sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade linguística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas. Você certamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como “O que cê vai tá fazendo domingo?”, ou “Quando que cê vai ta viajando pra praia?”, ou “Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa”. Deus! O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações? A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, o “enquanto”, o “pra se ter uma idéia” em outros menos votados. A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?

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Dia da Secretária – 30 setembro

1384176_565666083469452_1611761684_nEu já exerço essa profissão desde 2008, mas no fundo eu sempre fui secretária. Desde criança eu brincava de escritório e atendia o telefone de mentira dizendo que era secretária do Sr. Fulano de tal. Me tornei o que sempre quis ser.

Acho que nasci pra organizar a vida das pessoas. Gosto de prateleiras, e pastas e catálogos e tudo o que organize: cores, números, nomes, listas…Enfim, quero tudo ordenado, tudo no seu lugar.

Organizar sempre foi minha paixão. E é isso que uma secretária faz: Organiza! Organiza horários, eventos, reuniões, recepções, aniversários. Se antecipa para dar desculpas, evita saia justas, presta atenção em tudo, sabe tudo, mas guarda tudo para si. Tem a informação como maior aliada. Informação é tudo: onde está? como vai? onde faz? onde consigo? quem conhece? Sabe de tudo numa profundidade não tão grande, mas é “clínica geral”. Se veste rápido para qualquer ocasião.

Ser secretária é isso, é saber de tudo, todo o tempo. Conhecer hábitos, prestar atenção em tudo, saber de tudo e calar, principalmente! A secretária é o olho que tudo vê, que tudo sabe. Às vezes é mal remunerada assim como a mulher do cafezinho. Que é a pessoa principal de uma empresa juntamente com a secretária. Secretária é aquela que nunca pode estar doente, nunca pode faltar. Sem ela nada anda, nada desenrola. Ninguém sabe onde nada está.

É a persona principal de tudo que acontece!

Meus parabéns a todas as secretárias que como eu são tão indispensáveis, mas que muitas vezes passam despercebidas, Assim como as secretárias do Lar!

Sucesso!

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Post Bônus:

Nota Carioca – Informações Básicas

Da zona oeste à zona sul

O meu novo trabalho tem me trazido experiências únicas no que tange a transporte. Só um bom morador da Zona Oeste sabe como é trabalhar na zona sul e amargar horas perdidas da sua vida no trânsito do Rio de Janeiro. Todo dia eu experimento várias aventuras na ida e na volta do trabalho, sempre na esperança de conseguir o caminho mais curto ou mais rápido para chegar. Essa semana já fui até mordida por uma abelha no ônibus, peguei o metrô no sentido errado, enfim… É como se todos os dias fosse uma verdadeira gincana. Invariávelmente o caminho que se faz para ir, nunca é o mais aconselhável para voltar.

Moro no maior bairro da cidade, e no que tem o maior trânsito também. Moro em Campo Grande. Mais ou menos uns 75km de onde trabalho. O primeiro engarrafamento que pego é para chegar ao centro do bairro onde deixo meu filho para poder ir para lida. Depois, amargo o trânsito em direção ao centro do Rio, onde a viagem é sempre uma novidade. O que completa a emoção é a diversidade de produtos oferecidos pelos camelôs no trejeto. Assim me sinto tentada a gastar parte do meu ordenado, adquirindo as novidades do mercado ambulante.

Ao chegar no Centro, divido minha atenção entre pegar a condução que me coloque no horário no trabalho e nos transeuntes das mais diversas qualidades que passeiam pela cidade. Quando avisto o meu trabalho recebo a recompensa da viagem quando vejo a Lagoa Rodrigo de Freitas, suas longas ciclovias e o sovaco do Cristo Redentor. Isso quando está sol, porque quando chove, só consigo me confortar no abrigo do trabalho e não recebo compensação, apenas a de estar em um lugar menos frio do que os arredores da Lagoa.

Ao final do expediente, aquelas imensas filas de carros, com pessoas tão ansiosas quanto eu para chegar aos seus destinos. Torno a entrar na condução, sempre em pé, sempre apertada, amargo quase uma hora pra fazer um trajeto que faria em 15 minutos caso o trânsito caótico não sufocasse a cidade. Ao chegar no Centro, filas! Filas e mais filas, tumulto, falatório. Todo mundo acha que tem um motivo mais justo, ou que tem o corpo mais cansado que o seu para ter qualquer tipo de preferência, mesmo que seja andar na sua frente na escada rolante. Os mais lentos são cotovelados, os mais rápidos, estabanados.

Consigo entrar na condução. Às vezes sento, muitas vezes fico de pé, tentando aliviar o peso do dia alternando a perna que toca o chão. Camelôs e mais camelôs, oferecem variedades, tem gente que reza, tem gente que ouve música, eu prefiro ouvir o noticiário pelo fone do celular. Odeio conversa fiada. Quando posso leio, em pé ou sentada. Quando chego à Zona Oeste já tenho os pés em brasa.

Pego meu filho, e agora mais trânsito até chegar em casa. Enfim o lar, e a consciência de que perdi 6h da minha vida da zona oeste à zona sul e da zona sul à zona oeste.

Voltando ao trabalho

Depois de mais de um ano desempregada, de um longo processo seletivo e uma expectativa maior ainda, volto a trabalhar. Isso me inspira imenso,  porque eu vejo pessoas, coisas, situações, vejo o mundo em movimento como há muito tempo não via. Todo dia tem um fato novo, um transeunte que passa, uma coisa bonita que eu acabo querendo, novas maneiras de falar, novos trejeitos, as interações com pessoas novas, novos idiomas, novas sensações.

Claro que nem tudo é tão bom assim. É preciso abrir mão do dengo da família e dos abraços dos filhos. Confesso que ainda me sinto dividida com toda essa emoção, o eterno medo do que é novo e a insegurança que visto como um casaco todo dia ao acordar ainda me fazem vacilante nas colocações e no modo tímido de agir. Mas nada que uma longa observação do ambiente não resolva.

A cada madrugada que vejo o sol nascer da estrada para ir trabalhar, percebo que ainda há muita vida pra viver, e minha filosofia de “hoje é um dia a menos” nunca esmaece. No trabalho, uma imensa torre de babel me anima a conhecer cada vez mais coisas. Em casa, o frio ainda me amedronta juntamente com o tempo que não melhora.

Sempre me entristeço em dias frios.

Eu não falo inglês

Ah, quer saber: Hoje vou abrir o verbo!

Eu fico aqui, lendo milhares de textos sobre grandes empresas, sobre utilização mídias sociais, em como se comportar no ambiente corporativo, sobre produtividade, sobre as 10 melhores empresas para se trabalhar, sobre competitividade e empreendedorismo e etc e etc. Mas vou colocar o pé no chão agora: Quem sou eu?

Eu não falo inglês, no máximo traduzo algumas frases pra não fazer feio, entendo o que falam mas só sei responder em português…e de que isso adianta? Só dá pra fazer prova de vestibular e olhe lá!

A quem eu estou enganando? Adoro ler sobre empreendedorismo, mas não sou ousada nem para escolher um novo programa de tv, vejo sempre os mesmos.

Pode ser que isso seja o maior queima filme da história, mas cá estou eu lendo uma matéria sobre geração Y quando de repente eu olho em volta: Ao meu redor um monte de tabuleiros com docinhos, na minha cabeça uma touca e no meu corpo um avental. Eu faço docinhos e bolo por encomenda. É isso que eu faço!

Nas empresas que eu trabalhei ninguém nem sabe o que é seleção por competências, ninguém nem sabe o que é competência, rs. A maioria dos chefes que eu tive (90%) tinham a escolaridade menor que a minha, e na maioria das vezes gritavam tanto que eu nem entendia o que era pra fazer, tinha que adivinhar. Por muitas vezes meu trabalho era mais servir cafezinho do que usar a mente. O bom é que com isso, fui treinada a me colocar no meu lugar. Sempre achei que fui mal aproveitada, mas também, com ensino médio, quer o quê? Meu próximo emprego vai ser balconista da pastelaria. Sem desmerecer o pasteleiro. Não adianta você saber fazer alguma coisa, se ninguém te der um certificado dizendo que você faz, não serve pra nada!

Bem que eu queria usar um sapato escarpin e uma calça de linho todo dia, e trabalhar no ar condicionado, receber um monte de ligações importantes mas por enquanto só quem me liga é a NET e o meu namorado.

Não sei porque eu insisto em estudar as matérias que eu estudava quando eu fazia Administração se eu vou voltar a estudar na UEZO. Tecnologia na Produção de Polímeros (nada a ver, né). Eu enganei vocês o tempo todo, eu sou é boleira! (Meu amigo Beto essa hora tá morrendo de rir).

Tá, eu vou continuar assim mesmo a ler tudo sobre geração Y ou W ou sobre tendências de investimentos porque eu nunca vou perder a esperança de ser uma nobre executiva com tantos compromissos que nem vou mais lembrar o que é novela, mas por enquanto, eu fico aqui, assistindo Management TV e enrolando docinho, totalmente antenada no mercado de franchising e mergulhada nas apostilas no meu tempo vago!

#prontofalei

Panelinhas ameaçam empresas e profissionais

*Texto extraído do site Santander Empreendedor

 

Viver em grupos é praticamente condição inerente ao homem e foi característica fundamental para a construção das sociedades modernas da forma como estão configuradas atualmente. Tão natural quanto comer ou dormir, a socialização entre as pessoas é quase que um gesto automático. Algo que se dá em diversos planos e pode ser verificado também em micro ambientes, como em salas de aulas e escritórios. São diversos os motivos que levam as pessoas a se agrupar. No ambiente de trabalho, há quem fale em dificuldade de relacionamento com outras pessoas ou mesmo necessidade de segurança como razões que levariam profissionais a fechar-se em grupos. As chamadas "panelinhas" podem até ser naturais e reconfortantes, por outro lado, há casos em que elas causam problemas para aqueles que estão do lado de fora e que por isso se sentem excluídos.


"É comum ter um grupo de amigos dentro da empresa, pessoas com quem há maior afinidade. Entretanto, isso não pode impedir o profissional de ter contato com os demais colegas", alerta George Patrão, consultor de recursos humanos. "Os que fazem parte de grupos assim se fecham entre os participantes e excluem os demais", garante ele. Segundo José de Oliveira Franco, docente do curso de Gestão de Recursos Humanos da Unicid (Universidade Cidade de São Paulo), a formação desses grupos pode fazer o funcionário perder sua individualidade. "As panelas impedem que o colaborador se destaque, porque geralmente os gestores olham o grupo como um todo, sem prestar atenção em cada indivíduo", adverte Franco.

De acordo com Maria Fernanda Daidone Madrucci, gerente administrativa da Pan Chocolates, a primeira preocupação do funcionário deve ser com os objetivos da empresa, não com as amizades. "As amizades são conseqüências do contato com os colegas para o desenvolvimento das tarefas. Buscar um grupo fechado demonstra imaturidade", critica ela. Patrão acrescenta que ao fazer parte de uma panela, o colaborador perde a chance de conhecer pessoas que pensam de maneira diferente. "Os colaboradores precisam entender que apenas com a discordância é possível chegar a idéias mais bem elaboradas e, por isso, a diferença de opinião é positiva", diz ele. Patrão considera impossível haver bom desempenho numa empresa fechada em diversas panelinhas.
Insegurança no trabalho
Para entender uma dessas facetas negativas das panelinhas, basta checar o lado de fora delas. Ou seja, como se sentem aquelas pessoas que são excluídas do grupo. Depois de seis meses no departamento financeiro de uma empresa, a estudante do oitavo semestre de Administração Geral da Unicsul (Universidade Cruzeiro do Sul), Etiene Fátima Parra de Almeida, pediu demissão porque não agüentou a pressão que uma panela exercia contra ela. "No começo, as três mulheres que formavam o grupo achavam que eu não sabia fazer o trabalho. Mesmo quando os chefes passaram a me dar tarefas diferentes e bastante trabalho, elas passaram a comentar sobre qualquer atitude diferente que eu tivesse", lembra a estudante, que afirma não ter tido problemas de relacionamento com o restante dos colegas.


Mesmo depois de conversar com seu superior, Etiene continuou com problemas. "O grupo deixava claro que falavam mal de mim. Meu gerente, que sabia do caso e desaprovava a postura delas, chegou a pedir que eu tivesse mais paciência", diz ela. Etiene conta que a intenção do gerente era contratá-la. "Mas já estava no meu limite e não queria mais conviver com aquilo. Por isso, me demiti", recorda. Ela avalia que a atitude do grupo se deveu a medo. "Talvez achassem que eu queria tomar o lugar de uma delas", conjectura ela.
Etiene pediu demissão após sofrer com a exclusão de uma ‘panela’
Para a gerente administrativa da Pan Chocolates, a panelinha prejudica tanto quem está fora do grupo como a própria empresa. "O funcionário não consegue se integrar completamente ao grupo, nem se adequar à cultura da empresa. Depois de um tempo, ele cansa dessa exclusão e pede demissão. A empresa é prejudicada porque perde o potencial do colaborador", declara Maria Fernanda.
De acordo com o professor do curso de Gestão de Recursos Humanos da Unicid, o próprio grupo pode sofrer as conseqüências da exclusão. "Geralmente, a associação desses grupos relaciona-se ao poder, à necessidade de buscar segurança", resume Franco. No entanto, ele afirma que a atitude pode provocar efeito inverso. "As fofocas e a exclusão que uma panela pode causar faz com que os gestores vejam esse lado negativo dos empregados, que perdem a chance de demonstrar bom desempenho", explica Franco.
Segundo Franco, o ideal seria que os funcionários procurassem se integrar. "Profissionais que se relacionam bem e conseguem interagir com indivíduos de opiniões diferentes demonstram capacidade de adaptação. Numa panelinha, ele deixa de mostrar seu talento e capacidade individual", alerta ele. Patrão afirma também que a participação em panelinhas pode colocar em xeque até uma possível promoção. "Os gestores preferem quem sabe integrar pessoas. Fazer parte de grupos fechados mostra que o profissional não se dá bem com todos os colegas e, portanto, não é prudente dar-lhe uma posição de poder", afirma o consultor de recursos humanos.
Maria Fernanda defende que a adaptação de uma pessoa nova na equipe e a ausência das panelas são coisas que dependem também do gestor. "Quando o líder pede que a área de recursos humanos procure alguém para uma vaga aberta, deve passar as características desejadas. Se o candidato não tem as habilidades pedidas, dificilmente terá bom relacionamento com o grupo", adverte ela.