Mãe aos 30 e uns

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Depois de passado a recuperação do parto, tenho experimentado uma das melhores sensações do mundo: a de ser mãe. Sei que já fui mãe, mas é uma nova sensação de amor, cercada dos outros filhos e do meu marido. Parece que a palavra amor ganha um real sentido. O sentido de família, o sentido de um elo que não se rompe.

Engraçado como as coisas boas se aproximam de nós quando a gente se sente bem. Tenho recebido várias manifestação de afeto de pessoas queridas, tenho encontrado várias pessoas, tem acontecido várias trocas de amor, de idéias, de emoções.

Acho que aos 33 anos posso dizer que cheguei ao ápice da minha felicidade!

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Grávida aos 30 e uns

IMG_20131209_140625Lá se vão 9 meses e um monte de histórias, acontecimentos e transformações pessoais neste período de grandes doses de hormônios e alterações físicas. O começo dessa gravidez foi difícil como qualquer uma, eu tinha acabado de me separar, meu filho teve dificuldade para aceitar, minha família teve dificuldade para me entender, eu tive dificuldade para digerir que eu iria ter um filho 10 anos depois de já ter sido mãe. Tive que aceitar meus medos e vencê-los entre outros dissabores que vivi também na minha primeira gravidez. Mudar os planos e esperar, esperar, esperar.

Mas assim como minha barriga foi crescendo, foi crescendo todo amor à minha volta. Eu e meu marido reatamos, nossos filhos reataram, minha família ficou mais maleável e eu fui ficando mais madura, comecei a dar real valor ao que mais importa: minha família.

Tive grande ajuda de amigos que me disseram coisas duras, mas necessárias, e cá estou eu reunida com minha família de novo contando os dias para o bebê nascer.

Ser mãe aos 33 anos é muito difícil pra mim que não tinha nenhuma intenção de ter um bebê nos braços nessa altura da minha vida. Meus planos para 2013 e 2014 eram voltar pra faculdade, arrumar um emprego regular, fazer cursos da minha área de formação e cá estou eu em meio a cueiros e fraldas esperando Miguel chegar.

Assim como meu primeiro filho mudou minha vida pra melhor, Miguel está mudando muito tudo à minha volta. Meu marido apaixonado e meus filhos encantados com a idéia de um novo irmão é tudo que eu poderia esperar. Eu mudei muito, amadureci. E agora estou na expectativa do meu novo bebê. E que Deus me ajude!

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Duplamente mãe solteira

Uma das coisas que eu mais tinha medo na vida era de ser mãe solteira. E eu fui. Mas uma das coisas que mais me dava medo depois disso era ser mãe solteira de novo: E cá estou eu! Estou grávida!

Foi assim: primeiro um extremo mal estar, depois uma irritação extrema, e então um exame de sangue e lá estava um bebê.

Ninguém está preparado para as coisas que acontecem nas nossas vidas, mas isso realmente me surpreendeu, uma coisa tão definitiva e permanente, que vai me acompanhar pro resto da vida e vou ter que me dedicar não só a um filho, mas a dois. Eu não sei o que pensar. Tenho me preparado psicilógicamente para que meu nervosismo não chegue ao bebê e para que ele se sinta amado.

Para me acostumar com a idéia comecei a me lembrar de como meu primeiro filho me trouxe tantas coisas boas, como a faculdade, e o trabalho, porque tive que trabalhar cada vez mais, infelizmente ficava com ele cada vez menos. Mas não fui tão perseverante, ainda não me formei e agora não tenho mais 20 anos, tenho 30 e uns e  enfim, …. Só sei que meu primeiro filho hoje é meu maior orgulho, esperto e inteligente é extremamente meu amigo e companheiro. É a pessoa que tem ficado do meu lado e que vai me apoiar durante todo esse processo. E depois dele, afinal.

Bem, para ocupar a mente tenho visto várias coisinhas de bebê e costurinhas pra me distrair. E é isso que tenho feito. Vou receber essa criança e preciso estar preparada.  Apesar de ser mãe solteira dar um medo danado, não é de todo ruim, é uma possibilidade de vc dedicar-se integralmente ao nenê, e se tornar mais forte para as coisas da vida.

No meu caso, mexe com minha ciratividade, e por isso, tenho pensado tanto em costurar.