New Kids on The Block – Um novo passo

Todo adolescente tem seu ídolo, e meus ídolos da adolescência eram os NKOTB (New Kids on The Block). Eles eram os caras mais gatos, mais joviais, mais animados, lindos, talentosos,carismáticos que existiam na face da terra à época. Eles eram um pouco mais velho que nós, o que facilitava que nossos corações de manteiga derretêssem quando ouvíamos suas músicas e víamos seus lindos rostinhos na tv. Esses gatões cantam desde os anos 80, mas foi no início dos anos 90 que eles vieram trazer delírio aos nossos corações. Quantas tardes passamos gravando em VHS seus clips na MTV que tinha sinal aberto. Quantas festinhas americanas nós dançamos os passinhos de Step by Step bem ensaiados. Que saudade!

E não eram uns fofos?

Acontece que o tempo passa para todos, e agora eles cresceram, estão maduros como nós, e continuam gatos, lindos, talentosos e carismáticos. Perderam um pouco dos pulos estratégicos nos shows mas são eles, os nossos New Kids on the block, que não são mais tão kids assim, mas foram a piração total da nossa adolescência. Agora, voltaram a fazer shows e se eles vierem por aqui, reservarei o meu ingresso feliz da vida, porque eles ainda são uns fofos, não é mesmo?

Agora, Jon, Joe, Danny, Donnie e Jordan, mais maravilhosos do que nunca, cantam maravilhosamente:

Assim vocês me matam!

 

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Links Relacionados:

Twitters de Famosos: NKOTB

Ídolo adolescente e o trem

Eu ganhei um presente inesquecível

Eu não fui dessas crianças que ganhavam presentes sempre, eu não fui dessas crianças que sonham e realizam, mesmo assim eu fui uma criança feliz dentro do que fosse possível. Acontece que nesses 30 anos, teve uma coisa que eu queria ganhar muito. È uma coisa que eu já tive várias vezes o dinheiro para comprar, mas eu queria ganhar, porque eu queria que fosse um presente, daqueles, de natal que a gente fica feliz de ser surpresa, de ter emoção de ganhar.

Eu queria uma Barbie!

Eu nunca tive uma, sempre brincava com as das minhas amigas, mas uma só minha, nova, eu nunca tive.

Então esses dias eu comentei com minha amiga Vivi, que eu tinha esse sonho, e numa tarde dessas, ela simplesmente me trouxe um presente. Não qualquer presente, não um presentinho, nem uma coisinha comum. Ela trouxe “o” presente, ela me trouxe uma Barbie!

E foi o melhor presente dos últimos tempos, sem desmerecer os presentes que eu tenho ganhado, que foram…nulos! Mas eu estou completamente grata a minha amiga Vivi, por ter me presenteado com tudo que eu quero ser, Barbie (isso foi só um trocadilho, eu sei que eu nunca vou ser a Barbie).  E essa foi a minha história de como eu ganhei o presente mais fabuloso, mais brilhante com brilho do gloss, mais loiro, mais fashion, mais brincável dos últimos tempos!

#carencia

30 anos, quem diria

Daqui a uns 20 dias eu faço 30 anos.

A Fiat faz 30 anos, a Veja faz 30 anos, o Fantástico faz 30 anos.

Você não imagina as frustrações que têm passado pela minha cabeça ao perceber que aos 30 eu ainda não realizei nada do que sonhei aos 20. Nem o que sonhei aos 10.

Com 10 anos eu queria ter o meu quarto, queria ser secretária e ter um marido. Com 20 anos eu tinha um quarto que eu dividia com um marido e não trabalhava. Com 30 divido um quarto com um filho, não tenho profissão e não tenho marido. Meus Deus! Quando eu vou ter um quarto só meu!

Queria ver toda a graça na minha aparência como vê o cronista Mário Prata na mulher de 30. Eu não sou tão gorda quanto achei aos 10 que seria aos 30, não sou popular e não tenho sucesso como achei que teria aos 20. Mas não sou infeliz.

Tenho aos 30 anos a pior ocupação dos últimos 10 anos e o pior salário dos últimos 8 anos. Ainda não me formei por falta de grana, ainda não me casei por falta de grana, mas tenho um Chevette (ô vantagem).

Ainda sonho trabalhar na área de Recursos Humanos, ainda sonho ter um blog visitado, mas quero muito mais que isso, quero continuar reciclando meu lixo, quero conseguir voltar pra faculdade, quero um emprego onde eu trabalhe com a mente e não sirva cafezinho, quero poder expressar minha opinião na minha profissão, quero ter uma casa minha, quero minha familia só pra mim. Quero que ninguém mais na minha família dê motivo para ser preso, quero que o ano que vem seja melhor do que o anterior, sempre!

Quero poder ajudar, quero contribuir, quero ser!

Com 30 anos, eu não sou magra, não sou rica, não sou formada, não vou mais à praia. Mas estou viva!

Depois de falar sobre todas essas derrotas eu fiz um balanço, me comparei, e resumidamente não estou tão ruim assim. Fiz metade de três faculdade, então assim que pintar uma grana levo 2 anos pra terminar qualquer uma das 3, e se eu puder, termino 2 graduações antes dos 40. E ainda faço pós! Sei mais de redes sociais do que qualquer um com que converso (pena que eu não conveso com muita gente, rs), e apesar de nunca ter tentado nada com Marketing sou fascinada por isso. Meu cabelo está mais comprido e já sei fazer minha unha, mas não sem perder um pouco dos dedos, rs.

Tolero os homens porque sei que não conseguem ser melhores do que são, sei ousar mais do que com 20 anos e sei exatamente onde ganho e onde perco. Ainda levo desaforo, mas me vingo muito bem. Aprendi a não pagar na mesma moeda mas que cambiar essa moeda é maravilhoso. E faço questão de não carregar companias que não me agreguem valor. E aprendi com o filme Bastardos e Inglórios que você pode falar as piores atrocidades com um sorriso nos lábios. A pessoa difícilmente se ofende.

Tenho planos bem traçados, só não tenho dinheiro. Já consigo rir do passado.

Com 30 anos eu sou mais segura, uso a lingerie que eu acho sexy, me sinto assim sem precisar usar short. Não sou tão bronzeada, mas tenho uma pele ainda firme.

Eu não faço tanto sexo quanto gostaria, mas faço com a qualidade que sempre sonhei, não peço opinião sobre minhas roupas (nunca pedi), tenho cabelo castanho, não uso óculos por opção. Conheço muito bem meu corpo, não fumo e não bebo por achar careta.

Aos 30 anos tenho uma consciência de sustentabilidade maior que a maioria das pessoas com que convivo e nem sei se eles sabem o que é isso. Tenho uma família maravilhosa e um filho lindo, estou com planos de casar assim que o urubu sair do meu ombro. Sempre tive tino para homens inteligentes!

E com 30 anos eu não vou ter minha festa de 15 que sempre sonhei, nem no meu casamento. Mas celebro aqui, com vocês: Tin tin!

Para complementar leia Mulher de 30!

Filme de terror com humor

Eu odeio filme de terror! Isto não é totalmente verdade, porque depende muito do terror e do suspense. A verdade é que eu sou muito medrosa e fico vendo aquelas figuras aterrorizantes do meu lado depois que vejo o filme, da mesma forma de quando eu tinha 10 anos. Isso é realmente embaraçoso, mas com a casa pequena e apenas uma tv a gente tem que ver o que a maioria quer, e dessa vez a maioria queria ver o filme “Araste-me para o inferno”. O primeiro filme de terror que eu vi na vida foi “Uma noite alucinante”. Fiquei meses com aquelas imagens na cabeça, mas pude identificar um certo humor no filme que tinha nojeiras escatológicas com umahistória tosca e um terror escrachado. Quando comecei a ver Arraste-me para o inferno, identifiquei a mesma temática: uma história totalmente nada a ver, com um desenrolar totalmente insano! Dessa vez eu achei o filme demais! Eu ri mais do que senti medo. Mas isso não impediu que eu ficasse vários dias na semana pensando nas cenas. Quando durante a semana, leio uma reportagem na veja falando dois dois filmes e descobri que são da mesma pessoa. Demais né. Segue o trailler dos dois:

Arraste-me para o inferno!

Rê Bordosa – revista para download

E essa é pra você que adora o cartunista Angeli (confira nesse link o site). Na minha adolescência eu colecionava tirinhas do cartunista como se fosse papel de carta, decorava cadernos e objeto com as tiras, lia no banhiero e recomendava ávidamente por ser completamente fã.  Entre os muitos personagens criados por ele, eu particularmente adoro a personagem Rê Bordosa, que se parece muito com minha tia. É aquele exemplo que não devemos seguir, mas todo mundo quer ser um pouco assim, meio foda-se! Com críticas altamente políticas e tiradas sensacionais, confira esse apanhado de amenidades para seu entretenimento.

Mas tá valendo: o link para o download no Scridb!

chicletecombananaespecialrbordosa.jpg image by blackbartolomeu

Papa Laço

Quem não se lembra do Papa-laço? Para quem lia muito gibi nos anos 80 e 90, lembrar-se dos produtos da época é coisa facil. Os gibis vinham recheados de propagandas que convidavam a gente a querer muito, as coisas mais inúteis que inventavam. Mas o papa-laço não é inútil, ele era um artefato quase obrigatório para que usava tênis com cadarço de poliéster.

papa-laço

E esse é apenas um dos formatos disponíveis do acessorio, tinha pra menino e pra menina, de bichinho e de personagem. Taí um produto que deveria voltar a vender.

Fotografia retirada daqui e daqui.

Blossom

Esses dias minha irmã estava assistindo um episódio de plantão médico e  chorava às bandeiras despregadas como se fosse uma pessoa da família que fosse morrer. Dai eu me lembrei que eu assistia diariamente o seriado Blossom que passava no SBT. Assistia no intervalo trabalho antes de ir pra escola, eu devia ter uns 15, 16 anos. E me lembro que quando passou o último episódio eu chorei como se tivesse morrido alguém, e dizia pra minha irmã: é o fim de uma era! E era mesmo. Depois disso vieram outras coisas, os sonhos mudaram e a gente teve que crescer cada vez mais depressa. Me lembro que eu  também sempre quis ir pra França, e no último capítulo Blossom foi pra lá. Meus sonhos foram na mala dela, logo veio minha fixação pelo CSI e eu esqueci toda aquela doce inocência de cnflitos adolescentes e pensamentos curiosos que o seriado tinha. Hoje nem sinto falta, mas sinto uma grande saudade daquela época que eu trabalhava meio expediente descascando batata e andava de patins feliz da vida à noite (estudar que é bom, neca, rs)