Mulheres em dia de fúria

Existe, algum lugar do mundo, que mulheres que cometem crimes, durante a TPM tem sua pena reduzida, ou que cometem atrocidades nesse período sem motivação aparente. Mas é sabido que HOMEM/CIÚME é sempre uma motivação para toda nossa IRA. Existem pessoas que extravasam essa ira no que mais dói no homem, carro e grana. Pois todo o resto não tem valor nenhum (na visão masculino/machista). E existem pessoas como eu que por fora estão como paisagem mas por dentro está gritando e se descabelando querendo colocar fogo em tudo. Então, em homenagem a toda minha ira, a todo meu ciumes e toda ira feminina, seguem exemplos que não devem ser seguidos.

 

Agora vai lá esperto! Tenta a sorte!

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Quem não sabe o que procura…

Esses dias passamos pelo dia dos namorados, e não existe data mais comercial do que essa num tempo em que as relações estão tão volúveis. Percebo muitas reclamações sobre relações desgastadas, pessoas que reclamam que só vivem sozinhas, mas quando conseguem formar um par, reclamam porque perderam a liberdade. Vai entender!.

Quando eu estava solteira, eu sabia exatamente o que eu estava procurando. Mas ao contrário do que eu pensava, muitas pessoas que buscam um relacionamento, não sabem, na verdade, o que procuram, ou medem seu amor com a régua da pseudo segurança. Ter um “bom partido” tormou-se mais importante do que ter alguém para amar, ou compartilhar. Qualidades como cortesia e honestidade se tornaram obsoletas.

E eu já tinha falado sobre isso outras vezes, mas esse tipo de comportamento parece inerente a esta geração, foi evoluindo com o tempo, ou “involuindo”. Porque não vejo esse tipo de atitude como vantajosa. Medir o valor de uma pessoa pessoa pelo que ela pode lhe proporcionar não é uma das coisas mais virtuosas. Mas a verdade é que todo mundo se junta por interesse. Veja meu caso: eu tenho total interesse no meu marido, interesse de que ele seja feliz, interesse nas coisas que ele faz, que ele fala, interesse em quem ele é e nas coisas que o amor dele por mim me proporciona. Mas nada material, só afetivo.

 Os casais já formados que me cercam sao todos muito sólidos no que tange à sentimento. Mesmo os casais bem jovens tem um amor sólido, sem traição, vivem para suas vidas e para a vida de seu par incondicionalmente. Sem perder a individualidade, sem perder o senso de quem se é, nunca desrespeitando a família que criaram e nada do que fazem diminui quem são. Paradoxalmente, na mesma medida que percebo que as pessoas solteiras estão com dificuldade de conseguir alguém para se amarrar, percebo uma enorme solidez nos casais jovens, que se uniram dos anos 90 pra cá.

 Nesse dia dos namorados eu percebi que em nenhum tempo da minha vida eu me senti tão bem comigo mesma. Porque (sem desmerecer os relacionamentos anteriores pois tiveram seu valor) me sinto realmente amada. E dessa vez não é volúvel, dessa vez não é oportunismo, dessa vez não estou sendo usada, dessa vez é de verdade.

E por mais que eu observe que algumas pessoas tem como conceito uma forma equivocada de procurar uma pessoa para unir-se, isso sempre vai existir nos diversos tipos de sociedade. Só venho a lamentar por esse equívoco, pois quem não sabe o que procura, nunca percebe quando encontra!

O que fazer quando o relacionamento acaba

Todo fim é triste, isso é fato! Mas isso não quer dizer que seja preciso arrastar corrente para o resto da sua existência.

Quando estamos em um relacionamento sério, as próprias circunstâncias diárias acabam nos afastando dos nossos mais queridos amigos e acabamos por viver experiências somente com nosso par. É a doce vivência de estar em uma eterna lua-de-mel. Lindo isso. Mas tudo que é bom dura o suficiente para não se tornar insuportável, e enquanto somos jovens podemos nos dar a oportunidade de começar e recomeçar quantas vezes forem necessárias. E não importa se foi você quem terminou ou se você simplesmente foi execrado da vida de alguém, o recomeçar é para ambos.

Nosso primeiro reflexo quando estamos sós é cair na balada. Mas eu te digo que isso é a mais pura furada. Não é proibido, mas há uma grande possibilidade de você se jogar nos braços de qualquer um só para descontar suas frustrações. Isso não é nada honesto, nem com você nem com o outro. O melhor de tudo é você escolher um ou dois amigos para aliviar a tensão inicial e colocar tudo pra fora. Depois que vc falar, falar e falar, tudo vai parecer menor. Comece a fazer caminhadas. Nada como refletir para iniciar novos projetos. Comece a colocar em prática tudo o que adiou por estar com outra pessoa: uma viagem, um curso, um novo trabalho.

Quando a gente está triste e com a auto estima baixa, acha que nunca mais vai acontecer nada fenomenal na nossa vida, mas isso é totalmente falso.   Para que alguma coisa muito legal comece a acontecer na nossa vida é preciso permitir-se. E o que é permitir-se? Comece a frequentar lugares que sempre quis ir, corra de grupos, prefira um ou dois amigos ou amigas de fé para lhe acompanhar, vá ao cinema, mas evite filmes que te lembrem o passado, vá à praia, enfeite-se. Compre roupas novas, e se a grana não estiver pra novidades, recicle as antigas, comece a usar aquelas roupas que estavam esquecidas no fundo do armário. Arrume seu armário, jogue coisas fora, doe. Quando a gente se sente por baixo nada é melhor do que doar-se. Procure um grupo de caridade, ensine alguma coisa a alguém, aprenda tricô, ou um jogo novo, ou um instrumento ou uma nova língua. Se nada disso adiantar faça um curso. De qualquer coisa, pouco importa hoje o que você aprenda, conhecimento não ocupa lugar e é uma ótima forma de conhecer pessoas novas. Um dia todo esse novo conhecimento vai fazer toda a diferença. Faça as unhas no salão, e isso vale para homens e mulheres, sempre tem alguém por aí com algum tema interessante para conversar.

Nessa fase os dias realmente passam lentos, mas um dia você vai acordar e se dar conta de que o seu último relacionamento ficou para trás e que você está pronta para outra. Porque a vida é isso, um eterno recomeçar. A gente se decepciona e se surpreende e depois se surpreende e se decepciona, mas é isso que nos faz melhores, mais seletivos. É isso que nos transforma numa pessoa melhor, na pessoa que seremos quando encontrarmos a pessoa ideal, aquela que vai nos completar e fazer valer a pena todas essas atribulações iniciais da vida. Salut!

Para ouvir:

 

Terminar o namoro ou demitir um ex-amor?

A Revista Gloss esse mês publicou um “pequeno manual do fim” com dicas para terminar um namoro.

Mas houve uma comparação que me chamou atenção: Terminar um namoro é como demitir um funcionário. Aí sim!

Sempre fica uma enorme tristeza, porque todo fim é triste, porque mais uma vez não deu certo e isso é doloroso.

Partindo do princípio que todo relacionamento é um “contrato”, a situação é totalmente perfeita. Porque quando essa relação começa há toda uma combinação sobre o que é agradável para ambos, o que os dois gostam, o que não gostam e o que não querem. Há a sintonia sexual, há algumas coisas que são necessárias para que o namoro continue agradável. Mas assim como numa empresa, chega um momento em que o comportamento e a produção do funcionário não são mais os mesmos. E então, a empresa precisa dispensá-lo, mas não, sem antes, advertí-lo de que está a descontento o que anda fazendo.

Essa conversa acontece, sempre acontece. Mas às vezes não é num momento propício ou passa desapercebido por conta do ar informal no que ela acontece. Às vezes, por excesso de intimidade do “gerente” com o “funcionário”, este último acha que aquilo não vai dar em nada, e no fundo, não vai dar mesmo. Ainda mais porque um dos lados sempre se sente injustiçado, ou por amar demais, ou por estar acomodado demais.

Eu já demiti uma grande quantidade de funcionários na minha vida profissional, e também já demiti outros tantos relacionamentos que, no fundo, já estavam fadados ao fim muito antes do fim. Mas em todas as vezes eu senti muito. Acontece que os cães ladram, mas a caravana não pára.

Algumas empresas costumam readmitir funcionários que sairam da empresa, mas no caso de um namoro, reatar pode ser uma tragédia. Assim como li uma vez que “voltar para o ex é como comprar um carro que já foi seu, vem com os mesmos problemas, só que mais rodado”. Depois que a relação termina, pouco pode se aproveitar. Porque quando ficamos distantes, ficamos pensando só nas partes boas, as brigas desaparecem. Mas quando há a reaproximação, não demora muito para você se lembrar do que fez com que se separassem.

As dicas nesses casos vocês podem conferir na revista. A minha dica é: Viva sua vida, ande de bicicleta, leia um novo livro, vá ao cinema, saia com amigos, e vá à praia. Com o tempo você vai perceber que se amar é mais proveitoso do que tentar continar num relacionamento falido.

A luta idealista da nova geração: anos 2000

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Por mais que existam vários textos explicativos, vários alertas, várias instruções, ainda percebo que existem várias pessoas que utilizam de forma equivocada as redes sociais. Cada vez mais as pessoas expõe suas vidas e menos idéias [que é a proposta inicial do compartilhamento das redes sociais]. Mas infelizmente percebo que é um fenômeno que irá acontecer através dos tempos. Tanto pela mudança no formato das mídias com atualizações em tempo real, tanto pela forma como as pessoas conduzem suas vidas e suas atitudes.

Tem muita gente por aí que está pouco importanto com a sua reputação. Para as pessoas jovens, reputação é uma coisa do século passado. Então pouco se importam o que pensam delas. Esse tipo de coisas só vai importar [ou não] quando elas alcançarem a idade profissional, quando precisarem de um QI [quem indique] e já estiverem com a “honra” manchada.

Tenho observado que a geração dos anos 2000, ou os nascidos no final da década de 90, não tem como primazia em suas vidas, resguardar certos acontecimentos e condutas. Não sei se por isso, temos visto por aí tantos emos, tantos homosexuais, tantos transgressores violentos, pitboys,  e etc.

Não sei como as redes sociais podem estar dentro desse assunto, eu as enxergo como disseminadoras destes pensamentos e comportamentos. É a forma de linguagem utilizada por essa geração [Sei que abrange muitas outras gerações, porém de forma diferenciada].

Na década dos nossos pais [anos 60/70] havia uma forma de pensar que era transgredir o governo. Não havia a liberdade de expressão, nem o direito de ir e vir e surgiam grupos dissidentes para a obtenção desta liberdade.

Nos anos 80, [minha geração] ainda sofria os resquícios da ditadura, e ainda buscava-se, por meio de letra de músicas e de literaturas, programas de tv e filmes que ainda eram censurados, falar sobre essa ideologia de liberdade que estava presa dentro dos jovens.

A geração dos anos 90 e 2000, não buscou por nada, nasceu em uma era de consumismo desenfreado que alienou intelectualmente e retirou da sociedade a busca por qualquer coisa. Só que a busca por um ideal é inerente ao ser humano. Sendo assim, foram criando coisas para lutar, então agora, luta-se pela liberdade sexual. Mas não porque todo mundo quer ser gay, mas porque não há nada mais para lutar a não ser a própria condição. Já que pode-se fazer qualquer tipo de opção sem ser condenado ou censurado. Essa é a transgressão do tempo do meu filho, dessa geração vazia de ideologia. Essa é a transgressão do novo século.

Triste.

Quem não tem uma amizade colorida

Ninguém assume, mas quem não tem/teve uma amizade colorida, nem que fosse por curiosidade. Sempre tive amigos homens, e tive grandes amigos coloridos.

Ninguém procura um inimigo quando está só. A gente procura sempre os amigos. Nem que seja pra desabafar, para chorar a dor de cotovelo, para beber uma cerveja, para distrair a mente, falar amenidades e pra fazer sexo: Opa! Sexo?

E porque não?

Partindo dessa ideía é que surgiram os amigos coloridos, tanto naquela fase em que estamos na pior, na solidão, quanto naquela fase em que não queremos nada sério e procuramos os amigos para as necessidades carnais.

Mas porque isso nem sempre dá certo?

Porque nós, mulheres, sempre tendemos a estragar tudo, ou nos apaixonando, ou criando um clima para apaixonar o amigo, e aí: bau-bau amigo. Tem que ser muito, mas muito desenrolado e franco na hora de propor uma situação dessas, porque não é todo mundo que sustenta uma situação assim com naturalidade, e depois deixa a vida seguir naturalmente.

Comigo, nunca deu muito certo, porque eu sou muito ciumenta, principalmente com minhas amizades, gosto de extrema exclusividade, então, nunca tive como sustentnar nada disso por muito tempo, prefiro ser amiga, que amiga colorida.

Mas esse tipo de comportamento sempre existiu entre homens e mulheres, porque no fundo, no fundo, ninguém aguenta ficar sem transar muito tempo, então o que se busca é um parceiro conhecido e confiável. A dica que fica é sempre combinar, porque o combinado nunca sai caro, se estiver afim de uma amizade colorida, converse com seu amigo e deixe bem claro que vc quer sexo, sem nenhum envolvimento que não a amizade, e quando seu amigo arrumar uma namorada, tenha a diplomacia de se afastar até você mesma esquecer que já viu seu amigo nu.

1º Concurso Nacional de Gemidos

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Relaxa e Clica!