Você não liga para o que pensam de você?

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Nossa vida profissional começa no jardim de infância. Acha que isso não é verdade? Pois tudo o que você faz na vida privada cria a sua reputação.

Atualmente, tanto clientes usam o esquema de recomendação de outros usuários, quanto as empresas usam o esquema de quem indica para somar nas suas organizações. Pena que a gente só percebe isso por volta dos 30 anos.

Profissionalmente sempre criei um leque de boas recomendações, mas o que você faz na sua vida privada também influi na sua vida profissional. As escolhas que você faz dizem muito sobre seu perfil profissional. Você pode até ser um ótimo profissional,, mas se é chegado numa bebedeira, destratar os mais velhos, chegar atrasado e jogar lixo no chão, isso demonstra que você não domina relações interpessoais e que não é um indivíduo que preza compromissos. Deixar tudo pra resolver depois também não é um bom cartaz pra você.

As atividades que a gente desenvolve no nosso dia a dia, as companias, as relações e lugares que frequentamos são nossa identidade. E se você acha que rótulos não vão te conceituar, não se engane: Vão sim! O tipo de foto que você posta nas redes sociais, onde você está, essas coisas.

Tem uma frase que diz: O que você faz fala tão alto, que o que você me diz eu não consigo ouvir.

Atualmente as pessoas não querem somente bons profissionais, mas também bons seres humanos, pessoas comprometidas com o trabalho e também socialmente. E isso é importante aos 18, 25, 30, 50 anos. A tendência é que essa visão melhore muito as relações de consumo. Uma importante empresa que está ganhando muito com esse pensamento no mercado atual é a UBER. Humanizou o atendimento, investiu em tecnologia e ganhou o mercado de forma tão absurda que gerou protestos de quem não age dessa forma com os seus clientes.

Por esta razão, ser uma pessoa recomendável socialmente, aliado às suas qualidades profissionais, tornam de você uma pessoa empregada. Dificilmente vai faltar emprego para você. Cultive bons amigos, não por interesse, mas genuinamente. Cultive boas relações, faça serviços voluntários e viva uma vida saudável. Essas são sim, recomendações profissionais e para a vida inteira.

Leitura Adicional: O curriculo morreu!

 

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