
Eu não sei como um grande amor começa, mas definitivamente, sei muitas vezes como termina. Daí é melhor não começar nenhum, porque a gente nunca lembra mesmo como começou…
Com essa história eu vivo me colocando no meu lugar, que não tem nada a ver com estar disponível, tem a ver com trabalho. Quando se trabalha demais nunca se tem tempo pra nada. E nem pra pensar nessas coisas. Esse é o meu lugar! Trabalhando, a gente nunca se ocupa com o amor, ou com se apaixonar por nada que não seja trabalho. Apaixona-se por idéias, o que também é um grande perigo.
No fundo, sou uma grande medrosa: nunca experimento uma comida diferente, nem vou a um lugar diferente, tenho os mesmos amigos da infância e releio os mesmos livros. Com isso, vou vivendo a mesma vida recorrentemente.
Quando em Coríntios 13:8, lê-se: “O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará;” Eu não consigo entender, porque não passa, porque não passa longe! Se há tanta ciência, se há tanto conhecimento…
O amor começa super por acaso, um olhar, um sorriso, e você acaba atraído para o centro da teia, e fica completamente vulnerável na teia da aranha. Totalmente acessível, totalmente sensível. Deixa dominar-se e afrouxa os nós do seu controle.
Pra começar, pode ser de muitas formas, mas pra mim, pra terminar, é só eu me apaixonar…














Apaixonar-se é correr riscos. Viver já é um risco; e ninguém escolhe não viver por isso, não é verdade. Mas tendo começado e terminado você pode muito bem ver o que foi feito, onde te levou, o que poderia ser mudado. Afinal, é geralmente no fim que a gente se apercebe dos erros e acertos. Mas um dia a gente acerta de vez; e não são as experiencias negativas passadas que ditarão se isso ocorrerá ou não. São as nossas escolhas. Beijos.
Olá!
Este é um comentário-convite:
Estou começando uma promoção em meu blog e ficarei muito feliz se você participar.
Conto com você.
Beijos e fique com Deus.
PS:
Espero que desta vez dê tempo rsrsrs
Beijos, querida.